My friends

Photo by Becca Tapert on Unsplash

Minhas alegradoras crônicas. Meus vetores da alegria. Com elas não há erro: encontrou/ saiu melhor!

Minha amiga Frá

Ela é loira. Muito loira. Ela usa turbantes, batom vermelho e botas de cowgirl. Ela é sweet. Ela é mãe, filha, irmã, tia, esposa e jornalista. Ela está vivendo momentos muito difíceis. Ela tem fé.

Ela me lembra o sol com bolas de gudes azuis.

Ela se comprometeu com esse sentimento de esperança apesar das circunstâncias difíceis.

Minha amiga Lúcia

Eu a chamo de Neiva, Neide, Marilene, Maria, Marilu. Nunca de Lúcia. Ela é mãe de dois, esposa de um, publicitária e empreendedora. Ela é otimista. Ela é corajosa. Ela é sábia. Ela tem o coração forte.

Ela deve ter, com MUITA certeza, centenas de adesivos fofos de caderno. Ela me escuta. Ela sabe quem são a Agnes, a Betty Tessuto, a Kátia “a cega”.

Ela também se comprometeu com esse sentimento de esperança apesar das circunstâncias difíceis.

Minha amiga Alana

Neni. Neninha. Eu queria que todas as pessoas tivessem uma pessoa como a Alana em sua vida, autêntica e excêntrica.

Ela é empoderada e tem a autoestima elevadíssima. Ela liga o foda-se para as opiniões alheias e para os machos escrotos. Ela é livre como um pássaro, gosta da liberdade. Aquariana, né? Conquista a todos que estão ao seu redor.

Por fora, rebelde; mas por dentro, um coração bondoso.

Ela defende os animais. Ela come salaminhos matinais. Ela tem pais geniais.

Ela me lembra a Anira, a Rihanna, a Beyoncé e a Rochele, mãe do Chris.

Eu seria uma pessoa bem menos feliz se não a conhecesse. Ela me alegra com um simples “bom dia” ou “arô”. Uma vez eu a pedi: não saia nunquinha da minha vida!

E, nas pessoas cujas mãos eu seguro, acho um elo inquebrável, nutrido por infinitas histórias para contar. (Rafaela Carvalho)

Vida social

Em uma semana, recebi quatro convites de “festa” (uhul!), sendo dois deles no mesmo dia.

Confesso que, no primeiro momento, me senti uma pessoa super-requisitada, mas logo me dei conta de que os “donos” dos eventos nem sequer me conheciam – óbvio, pois a maioria deles nem nasceu!

O primeiro convite foi do aniversário de quatro anos do Augusto, depois vieram o “verão da Luiza”, o “chá revelação – Miguel ou Lara” e o “Chá da Bia”.

Acho uma graça esses eventos/ convites infantis. Sinto-me honrada em ainda ser lembrada pelas (recentes/futuras) mamães.

Sei que vai chegar uma hora na qual elas irão convidar apenas quem tem filhos. E, por mim, ok. Afinal, dos quatros eventos, só consegui ir em apenas um. Será que os anfitriões sentiram a minha falta?

Na verdade, estar presente nas ocasiões marcantes é o maior gesto de empatia que podemos fazer com quem amamos.

Vale para os dias incríveis, como formaturas, casamentos, nascimento de filhos, é claro. Mas vale, também, para os divórcios, demissões e os momentos de luto.

Nota: Aguardo ansiosamente pelos convites de cinema, peça, show, café, salada, comidinha vegana junk food, bate-papo cabeça, bate-papo furado ou somente bate-papo.