Catadão da semana #10

Eis alguns pensamentos simples, curtos e aleatórios; dicas interessantes (ou não) que valem a pena ser compartilhadas (ou não):

  • Li e gostei:

– Às vezes a gente pode não entender o motivo de alguma coisa, mas no final – quase – tudo se acerta.

– “Novos objetivos não trazem novos resultados. Novos estilos de vida sim.

E um estilo de vida é um processo, não um resultado.

Por esta razão, sua energia deve ir para a construção de melhores hábitos, não para buscar melhores resultados”.

– Em um número surpreendente de casos, a maneira de resolver um problema é ignorá-lo.

– A influência de cada experiência em sua vida é determinada pelo significado que você atribui a ela.

– Em seu romance, The Painted Drum, a escritora Louise Erdrich discute como correr riscos:

“A vida vai quebrar você. Ninguém pode protegê-lo disso, e estar sozinho também não o fará, pois a solidão também o quebrará com seu desejo. Você tem que amar. Você tem que sentir. É a razão pela qual você está aqui na Terra. Você tem que arriscar seu coração. Você está aqui para ser engolido. E quando acontecer de você estar quebrado, ou traído, ou abandonado, ou ferido, ou a morte se aproximar demais, sente-se perto de uma macieira e ouça as maçãs caindo aos montes ao seu redor, desperdiçando sua doçura. Diga a si mesmo que você provou o máximo que pôde” .

– Esqueça o talento. Se você tem, tudo bem. Use-o. Se você não tem, não importa. Como o hábito é mais confiável do que a inspiração, o aprendizado contínuo é mais confiável do que o talento.

– Existem dois tipos de tempo: tempo vivo e tempo morto. Uma é quando você senta e espera até que as coisas aconteçam com você. A outra é quando você está no controle, quando faz com que cada segundo seja importante. Sempre escolha o tempo vivo.

  • Print que eu dei:
De Bruna Cosenza
  • Escutei e me apaixonei instantaneamente:

Versão mais linda, melódica e romântica do que a clássica dos Pixies
  • Foto achada de NY, com brilho nos olhos escondido pelas lentes:

Catadão da semana #9

Eis alguns pensamentos simples, curtos e aleatórios; dicas interessantes (ou não) que valem a pena ser compartilhadas (ou não):

  • Li e gostei:

É uma maravilha ter na vida alguém que ri.

O tempo não satisfaz ninguém. Quando somos novos queremos que o tempo passe; quando chegamos à meia-idade desejamos que o tempo pare; e, quando ficamos velhos, gostaríamos que o tempo voltasse para trás.

“A felicidade vem de ser quem você realmente é, em vez de quem você pensa que deveria ser”. Shonda Rhimes, roteirista, cineasta e produtora de televisão.

– “Se você não gosta da estrada que está percorrendo, comece a pavimentar outra”. Dolly Parton, cantora e compositora.

A poetisa Mary Oliver sobre se permitir ser feliz e plena:

“Se você repentinamente e inesperadamente sentir alegria, não hesite. Ceda a ela.

… seja o que for, não tenha medo de sua abundância.

A alegria não foi feita para ser uma migalha”.

  • Ouvi na Antena 1 e fui procurar no YouTube:

E essa letra?

Imagine me and you, I do
I think about you day and night
It’s only right
To think about the girl you love
And hold her tight
So happy together

Tradução aqui.

  • Dei print:
  • Foto achada e cheia de alegria fake:

Catadão da semana #8

Alguns pensamentos simples, curtos e aleatórios: 

  • Li e gostei:

– Oprah Winfrey: “Você recebe na vida o que você tem coragem de pedir”.

A vida se desenrola para onde damos atenção.

Encontre alguma coisa que faz bem a você e foque nisso. Invista seu tempo no que te faz feliz. Tudo aquilo que a gente faz e que, de alguma forma, implica em estar ativo, seja fisicamente, seja intelectualmente, pode ajudar no impacto da depressão.

Escritora sem memória é como um atleta contundido!

“Roma não foi construída em um dia, mas eles estavam colocando tijolos a cada hora.

Você não tem que fazer tudo hoje. Basta colocar um tijolo”.

Clareza é a eliminação da desordem mental.

Agilidade é a eliminação da desordem física.

Tranquilidade é a eliminação da desordem espiritual”.

A poetisa Diane Ackerman sobre se reinventar:

“Os seres vivos tendem a mudar irreconhecivelmente à medida que crescem. Quem deduziria a libélula da larva, a íris do botão, o advogado da criança?

Flora ou fauna, somos todos metamorfos e reinventadores mágicos. A vida é realmente um substantivo plural, uma caravana de eus”.

  • Print que eu dei:
  • Poeminha que eu li:

a beleza do desespero.

o meu choro
é o de quem sente
tudo está no ser
o êxtase e a dor
o ganho e a perda
a vida e a morte
eu vivo em mim e sinto tudo
percebo ciclos
identifico padrões
e, acima de tudo, sigo
talvez até as lágrimas me enfeitem
deixem meu rosto molhado
pela essência da verdade
a crueza de sentir
que nunca pede licença
simplesmente transborda
mas ainda me faz ter certeza
de que mesmo na confusão
vivo, respiro
e estou aqui.

  • Ouvi na Antena 1 e fui procurar no YouTube:

E essa letra?

I just know your life’s gonna change
Gonna get a little better
Even on the darkest day
I just know your life’s gonna change
Gonna get a little further
Right until the feelings change

Tradução aqui.

  • Imagem que eu fiz ainnn:
Bebê é o quinto filhote da fêmea Willow no zoológico australiano - Reprodução
O primeiro filhote de coala nascido em mais de um ano no Zoológico Taronga de Sydney.

Catadão da semana #7

Tenho uma urgência muito grande de mostrar, de compartilhar. Então, eis alguns pensamentos simples, curtos e aleatórios: 

  • Meu atual status: despertando com medo, enganando a dor e disfarçando a saudade.
  • O autor John Shedd sobre assumir riscos:

“Um navio é seguro em um porto, mas não é para isso que os navios são construídos”.

  • Um ditado budista sobre a ineficácia da raiva:

“Apegar-se à raiva é como agarrar uma brasa com a intenção de jogá-la em outra pessoa – você é aquele que se queima”.

  • Mari Palma em entrevista ao Uol; a jornalista da CNN revelou lições de superação do pai, que perdeu a visão quando ela era criança:

“Depois que eu cresci, eu sinto que comecei a lidar com a deficiência do meu pai de uma forma mais madura. Foi nesse período que entendi e aceitei que não temos controle sobre a vida e que não adianta lamentar – foi ele, inclusive, que me fez perceber isso. Ficar brava com o trânsito, com o e-mail que não chegou, é uma bobagem perto do que realmente importa. Ter saúde e ter pessoas especiais como ele por perto é o que faz a vida valer a pena”.

“Viver é fácil com os olhos fechados”. (Foto: Arquivo Pessoal)
  • Imagens que eu salvei:
Brooklyn Bridge (Foto: @nyclovesnyc)
  • Assistir ao documentário de 4h da HBO, Leaving Neverland, com denúncias contra Michael Jackson, foi bastante indigesto e perturbador. Vi logo que estreou em 2019 e sinto uma pontinha amarga cada vez que ouço uma música do Rei do Pop.

Em contrapartida, escutar seus hits antigos, da época do Jackson 5, me faz pensar num Michael talentosíssimo, que viveu uma infância turbulenta e foi um verdadeiro negócio antes de ser criança. Amo essa versão de All the Things You Are, de Frank Sinatra.